Enchentes e secas destroem bens, prejudicam a economia e, o mais grave, tiram vidas. Prevenir esses desastres significa proteger famílias e economizar dinheiro público. Por isso, o TCU foi verificar se o governo federal se prepara de verdade para enfrentar essas tragédias.
O Tribunal avaliou as ações de prevenção que o governo executou entre 2012 e 2024. O objetivo foi verificar se as obras e os sistemas de prevenção reduzem os riscos de desastres, como enchentes e secas.
A fiscalização revelou que o Brasil ainda possui dificuldades para prevenir os desastres. Veja os principais problemas:
Falta de organização: O Conselho Nacional de Defesa Civil nunca saiu do papel. Assim, prejudica que os ministérios, estados e prefeituras trabalhem juntos, e isso atrapalha a prevenção.
Poucos recursos e equipe: A Defesa Civil não tem pessoal nem dinheiro suficiente para mapear áreas de risco e orientar os municípios mais vulneráveis.
Falta de avaliação dos resultados: Não existe uma sistemática que mostre onde o governo aplicou o dinheiro e o que deu certo.
Obras sem critério e paradas: O governo escolheu as obras sem um plano integrado para priorizar as localidades com maior risco. Parte dessas obras está parada, atrasada ou inacabada.
Tragédia no Rio Grande do Sul: Mesmo com recursos direcionados, obras de diques e macrodrenagem não foram executadas para contribuir na prevenção das enchentes de 2023 e 2024. O TCU identificou falta de planejamento nas bacias dos Rios Jacuí, Gravataí e Sinos.
O Tribunal não apenas apontou os problemas. O TCU determinou medidas concretas ao Governo Federal:
Quando o TCU fiscaliza a prevenção de desastres, o objetivo é salvar vidas e proteger o seu dinheiro. Com mais coordenação, planejamento e transparência, o TCU busca contribuir que o Brasil:
Proteja as famílias: Ações preventivas evitam que as pessoas percam suas casas e suas vidas.
Use bem o dinheiro: Prevenir custa menos que remediar depois da tragédia.
Enfrente as mudanças climáticas: O país precisa se preparar melhor para proteger as populações mais vulneráveis.
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