Milhões de brasileiros dependem do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Quando alguém adoece, se acidenta ou chega a hora da aposentadoria, esse benefício garante o seu sustento.
Mas será que o INSS trata o cidadão com justiça? O TCU encontrou problemas na forma como o INSS decide quem tem direito ao benefício.
Muitas pessoas têm o benefício negado pelo INSS de forma errada: Quando um profissional do INSS analisa o pedido, mais de 13% das decisões têm erro, ou seja, mais de 1 em cada 8. Quando um sistema faz essa análise automaticamente, quase 11% das decisões também têm erro.
A raiz do problema: O INSS mede o trabalho dos seus profissionais apenas pela quantidade de processos, não pela qualidade.
O TCU determinou correções ao INSS:
Metas mais justas: O INSS deve mudar a forma como avalia seus profissionais. A meta precisa valorizar a qualidade da decisão, não apenas a velocidade.
Mais treinamento e suporte: O INSS deve oferecer treinamento aos seus profissionais e dar respostas técnicas claras e rápidas para cada caso.
Com essas mudanças, o TCU busca garantir que:
O INSS trate você de maneira justa: Um benefício negado de forma errada não deve mais impedir o acesso ao seu direito.
Ninguém precise ir à Justiça: Uma decisão correta evita que o cidadão gaste dinheiro com advogado para receber o que já é seu.
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